Ainda não sei se me perfilo ou se desfilo minha perfídia. Faço poesia enquanto a poesia não me satisfaz. Penso e sou capaz.
Faço dar vazão ao meu desvazio, ao meu desvario, escrevo para afogar meu rio. Sou silêncio e sou só palavras.
Reflito, refrato e não chego a conclusão alguma. Minha verdade é desmentir as verdades alheias. Relativizo-me, grão-de-areia.
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